CNOP leva profissões liberais ao CES

Orlando Monteiro da Silva (CNOP) e José Albino da Silva Peneda (CES)

O presidente do CNOP, Orlando Monteiro da Silva, reuniu com o presidente do Conselho Económico e Social (CES), José Albino da Silva Peneda, para analisar o momento das profissões liberais, representadas pelo CNOP, em Portugal.

A reunião decorreu em Lisboa a 24 de janeiro de 2012.

De acordo com a Constituição da República de Portugal, o Conselho Económico e Social é o órgão de consulta e concertação no domínio das políticas económica e social, participa na elaboração das propostas das grandes opções e dos planos de desenvolvimento económico e social e exerce as demais funções que lhe sejam atribuídas por lei.

Posse dos novos membros dos órgãos sociais da OROC

A tomada de posse do bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas (OROC) e dos demais membros dos órgãos sociais, eleitos para o triénio 2012-2014, vai realizar-se a 11 de janeiro de 2012, pelas 12h00 horas, no Salão Nobre da Ordem, sita na Rua do Salitre, n.º 51 em Lisboa.

A cerimónia conta com a presença do ministro de Estado e das Finanças, da secretária de Estado do Tesouro e das Finanças e os secretários de Estado do Orçamento e dos Assuntos Fiscais, do presidente do Conselho Nacional de Supervisão de Auditoria, altos dirigentes das entidades supervisoras (Banco de Portugal, CMVM e ISP) e outros ilustres dirigentes de associações profissionais e empresariais, universidades e institutos universitários, para além de outros convidados.

Fernando Santo entrevistado pela revista Frontline

Fernando Santo, ex-bastonário da Ordem dos Engenheiros (2004 a 2010) e ex-presidente do CNOP (2004 a 2011), deu uma extensa entrevista à revista Frontline, agora na condição de secretário de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos da Justiça do XIX Governo Constitucional.

Explica os motivos que o levaram a aceitar o cargo num ministério para o qual nunca foram nomeados engenheiros. Deixa claro que só os desafios motivadores e a ideia de estar no Governo como uma função de gestão é que pesaram na sua decisão. “É a adrenalina de definirmos objetivos, traçarmos estratégias e avaliarmos os resultados que faz a diferença no dia-a-dia, entre a rotina e o estímulo”, afirma.

A entrevista está disponível online na integra no site da revista.